Diagnosticar
Compreender fatos, documentos, provas, posições jurídicas, riscos, urgências e o verdadeiro interesse que precisa ser protegido.
Estratégia, técnica e negociação para solucionar conflitos e proteger interesses relevantes. Uma obra voltada a empresários e produtores rurais que precisam compreender o problema antes de decidir o caminho.
Empresas e produtores rurais convivem diariamente com decisões. Contratam, vendem, compram, financiam, investem, empregam, produzem, negociam e assumem obrigações. Mesmo quando essas relações são conduzidas com organização e boa-fé, divergências podem surgir e transformar uma questão comercial, contratual, societária, patrimonial ou produtiva em um conflito com consequências jurídicas.
O Manual de Resolução Estratégica de Conflitos foi desenvolvido a partir de uma ideia central: nem todo conflito deve ser imediatamente judicializado, mas todo conflito relevante precisa ser compreendido, organizado e estrategicamente conduzido. Antes da escolha entre negociar, notificar, proteger, ajuizar uma ação ou construir um acordo, é necessário conhecer os fatos, os documentos, as provas, os riscos, o tempo e, principalmente, aquilo que efetivamente precisa ser protegido.
A obra apresenta uma forma de pensar o conflito que aproxima o Direito da realidade de quem administra empresas, patrimônio e atividade produtiva. O processo judicial permanece como instrumento indispensável quando necessário, mas deixa de ser tratado como resposta automática para ocupar o lugar que lhe pertence dentro de uma estratégia mais ampla.
O Manual sistematiza a atuação estratégica em cinco movimentos que se comunicam entre si. Não constituem uma fórmula rígida, mas uma maneira organizada de compreender, decidir e agir.
Compreender fatos, documentos, provas, posições jurídicas, riscos, urgências e o verdadeiro interesse que precisa ser protegido.
Transformar o diagnóstico em direção, estabelecer objetivos, construir cenários e definir a sequência adequada de atuação.
Buscar soluções tecnicamente construídas, conhecendo limites, alternativas, concessões possíveis e aquilo que não pode ser abandonado.
Preservar patrimônio, crédito, provas, continuidade da atividade e demais interesses enquanto o conflito evolui.
Conduzir a estratégia até uma definição útil, seja por negociação, acordo, decisão judicial, cumprimento ou reorganização da relação.
Ao longo de nove partes e 46 capítulos, o Manual percorre o caminho que existe entre o surgimento de um problema e sua efetiva resolução, abordando aspectos jurídicos, econômicos, empresariais e estratégicos.
Quando um problema empresarial se transforma em conflito jurídico, o verdadeiro interesse do empresário e os custos que uma decisão precipitada pode produzir.
A organização dos fatos, documentos e provas, somada à análise jurídica, econômica e empresarial necessária para construir um mapa real do conflito.
Como definir objetivos, construir cenários, avaliar urgência, impacto financeiro e custo de oportunidade antes de estabelecer o plano de atuação.
Preparação, limites, concessões, notificações extrajudiciais, construção de acordos seguros e a compreensão dos momentos em que não fazer acordo também é uma decisão estratégica.
Patrimônio, crédito, continuidade da empresa, preservação de provas, medidas urgentes e mecanismos capazes de impedir que o problema aumente enquanto a solução é construída.
Quando o processo passa a ser o instrumento adequado, como ingressar em juízo preparado, organizar uma defesa estratégica e manter aberta a possibilidade de negociação durante o litígio.
Conflitos contratuais, inadimplemento, cobrança, recuperação de crédito, disputas societárias, fornecedores, clientes, garantias e relações empresariais continuadas.
Arrendamento, parceria rural, produção, comercialização, máquinas, insumos, patrimônio, ciclos produtivos e situações nas quais preservar a continuidade da atividade também integra a estratégia.
A organização do Manual acompanha a própria evolução de um conflito, permitindo que o leitor compreenda não apenas quais instrumentos jurídicos existem, mas quando e por que utilizá-los.
O problema, a judicialização, o verdadeiro interesse empresarial e o custo das decisões precipitadas.
Fatos, documentos, provas, análise jurídica, realidade econômica e diagnóstico estratégico.
Objetivos, cenários, risco, tempo, custo e construção do plano de atuação.
Preparação, limites, notificações, acordos seguros e o momento de encerrar uma negociação improdutiva.
Patrimônio, crédito, continuidade, medidas urgentes, provas e prevenção de novos conflitos.
Processo, preparação, defesa, negociação durante o litígio e concretização das decisões.
Cumprimento, encerramento estratégico e transformação da experiência em aprendizado empresarial.
Aplicação prática da estratégia aos principais conflitos empresariais, comerciais, patrimoniais e rurais.
Diagnosticar, Planejar, Negociar, Proteger e Resolver como síntese da metodologia apresentada na obra.
A obra foi escrita em linguagem acessível para aproximar a estratégia jurídica da realidade de quem administra negócios, patrimônio e atividade produtiva.
Advogado e Sócio-Fundador do Evarini Blésio Advogados, Dr. Antônio Marcos Evarini desenvolve sua atuação a partir de uma compreensão estratégica do Direito, procurando aproximar conhecimento jurídico, realidade empresarial e soluções capazes de proteger os interesses relevantes de seus clientes.
Sua atuação profissional está especialmente direcionada às áreas de Empresas e Negócios, Patrimônio e Sucessões, Agronegócio e Resolução Estratégica de Conflitos, abrangendo atuação consultiva, extrajudicial e judicial. Sua perspectiva profissional parte da compreensão de que a advocacia não precisa estar limitada à reação diante de problemas já instalados, podendo participar da organização das decisões, da prevenção de riscos e da condução estratégica das controvérsias.
O Manual de Resolução Estratégica de Conflitos nasce dessa experiência e sistematiza uma forma de atuação que procura compreender suficientemente a realidade antes de escolher o instrumento jurídico, reconhecendo o valor da negociação sem transformar o acordo em obrigação e utilizando a via judicial com firmeza sempre que ela se mostrar necessária à proteção do cliente.
Conheça uma abordagem construída para compreender o conflito antes de reagir a ele, avaliar os interesses que realmente precisam ser protegidos e utilizar o Direito como instrumento de estratégia, proteção e solução.
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